Antivírus como porta de entrada
Saiu hoje um advisory do FrSIRT sobre um Buffer Overflow na rotina que trata arquivos RAR no antivírus da Symantec. É o tipo de coisa que passa desapercebida mas é um monstro em termos de risco. Por quê? Porque é só uma pessoa mandar um e-mail para uma empresa que tenha um antivírus de correio Symantec, por exemplo, com um arquivo RAR anexado que explore a vulnerabilidade que acaba-se obtendo acesso à rede. Quantas empresas tem servidores de antivírus em redes protegidas? Normalmente está junto com os outros servidores...crítico, não é? Por isso que defendo que a monitoração de advisories seja feita por pessoas da própria empresa ou por terceiros responsáveis e que trabalhem em cima do conhecimento sobre o ambiente da empresa. Se deixar em rotinas automáticas ou com simples estagiários que procuram palavras específicas na Bugtraq, não vai funcionar.

